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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Charleston, Carolina do Sul - 06 de julho de 2010

Comentários dos comentários dos amigos

Aos meus amigos Neto, Mauricio, Edu e Ricardo que gostaram da "latinha" da Heineken, realmente é muito boa (a cerveja, que, depois da Eisenbahn, é a que eu mais gosto, e a quantidade, que é a mesma de duas latinhas normais). Além disso, é bem bacana e, para vocês terem uma ideia de como é bonita, a Ana Paula encasquetou que vai levar a latinha vazia para casa. Cada louco com a sua mania, eu preferi tomar...

Erivelton, continua na nossa cola e faz nosso comercial. Alguns seguidores do seu fórum do orkut estão nos acompanhando também. E isso é muito legal.

Gross, valeu por estar nos acompanhando. Espero que a gente possa passar para vocês tanta informação quanto vocês passaram durante a viagem de vocês. Nós viajamos "juntos" com vocês pela América do Sul.

Bia, a gente filmou a queima de fogos de St Augustine, mas não tiramos fotos. Na volta a gente mostra a filmagem para você. Quanto a se temos saudades do Brasil, o que posso dizer é que ainda não bateu, mas com certeza a gente sente falta das pessoas queridas. E essa falta só não é maior em virtude do pouco tempo e do contato quase que diário que temos por meio desse blog. Agora, falando sério, eu morava "facinho, facinho" em St Augustine ou Savannah.

Sérgio, nem a bomba secou e nem acabou a grana, o operador é que era "pouca prática". O problema é que ela não aceitava o cartão VTM, só o de crédito. Mas até eu descobrir isso você imagina como foi, não é? Mas agora está tranquilo, com o cartão de crédito não tem mistério, é só inserir na máquina e liberar a bomba, depois ir ao caixa para pegar o recibo da compra. Simples, simples....depois que você aprende. Quanto à "portuga", você não vai acreditar, mas a nossa "guia" é brasileira (GPS). Não sei se são todos assim, mas o Never Lost da Hertz é com português do Brasil. De qualquer maneira, em inglês é bastante tranquilo também, até por que os comandos são bastante básicos, do tipo "keep your right", "turn left", "merge right" e por aí vai.

Paloma, realmente viajar em família não tem preço, para todo o resto existe Mastercard....rsssss. Não tem o que pague o prazer de conhecer novas culturas e lugares do lado de pessoas que você ama.

Debora, estou à disposição e com um tempinho disponível na minha agenda para essa consultoria que vocês estão querendo. Agora, só tem um problema, depois dessa viagem o passe vai estar valorizado e acho que vai ficar caro...rsssss. Brincadeiras à parte, não sei se um bom "planejador" de viagens, mas, pode ter certeza, se eu puder ajudar vocês em alguma coisa, podem contar comigo, e com a Ana Paula também, pois, boa parte do planejamento tem o dedo dela.

Pai e Mãe, que bom que vocês estão gostando do blog e de nos seguir nessa viagem. Continuem acessando, pelo menos uma vez por dia iremos atualizar as informações. Assim, é uma oportunidade de vocês também saberem se está tudo bem conosco.

O dia em terras estrangeiras

O dia não começou tão cedo hoje, mas por volta de 09h já estavamos tomando nosso café da manhã, para variar, em uma Starbucks perto do hotel (isso parece pleonasmo vicioso aqui nos Estados Unidos, dizer que há que qualquer lugar é próximo de uma Starbucks, ou de um McDonald's, ou de um Burguer King, pois, tudo é perto de algum desses citados acima. Chega a ser impressionante como existem McDonald's, Starbucks e Burguer King's, entre outros, por aqui. Às vezes, do nada, em lugar longe de tudo e perto de coisa nenhuma, você vê um desses estabelecimentos.

Temos ido nos Starbucks da vida tomar o nosso café da manhã por que, para nós três, nunca sai por mais do que US$ 15 e, além disso, a gente conhece a qualidade e o sabor do que é servido. Ou seja, é satisfação na certa, sem erro.

Depois de alimentados e sabendo que a viagem hoje seria mais curta (em torno de 103 milhas ou 166 quilômetros), resolvemos dar mais uma caminhada por Savannah e apreciar as construções antigas e as inúmeras praças que se espalham pelo centro histórico da cidade. Tiramos várias fotos e depois retornamos ao hotel para proceder o check out, que deveria ser feito até as 11h. Pois, às 11h estavamos saindo do hotel, aproveitamos até o último momento, já que a cidade vale a pena.


Vista noturna de Savannah a partir do quarto do hotel - essa também é "A CIDADE".
As Anas em frente a uma das incontáveis edificações antigas de Savannah, essa é de 1831, estilo colonial.

Templo da Congregação Judaica Mickve Israel, fundada em 1733 na Georgia.

Em frente à Escola de Arte e Design de Savannah

Em frente ao hotel em Savannah

Depois do passeio matinal, pegamos a estrada em direção a Charleston, outra cidade bastante antiga, do período colonial e que recebeu o nome em homenagem ao Rei Chales II da Inglaterra. Fica localizada praticamente na região central da costa atlântica da Carolina do Sul, na confluência dos rios Ashley e Cooper, sendo a segunda maior cidade do estado, atrás apenas da capital, Columbia. O porto de Charleston fica entre a área central da cidade e o Oceano Atlântico.

Charleston, dentre os treze estados originais dos Estados Unidos da América, era uma das poucas cidades que praticava a tolerância religiosa com os não católicos, e isso é facilmente percebido pela quantidade de igrejas e templos religiosos existentes na cidade.

Iniciamos o nosso passeio por Charleston no Visitor Information Center, uma edificação bem antiga e bem conservada, com área de estacionamento, distribuição de publicações sobre a cidade e a região e, como não podia de deixar de ser, uma lojinha de souvenirs.

Depois de nos agarrarmos a alguns mapas e um bem elaborado guia da cidade (tudo fornecido gratuitamente), começamos a nossa caminhada pelo distrito histórico da cidade. Passamos por algumas praças bastante amplas e bonitas e demos uma parada para almoçar em uma pequena pizzaria e casa de massas no centro da cidade. Nada diferente de muitos lugares que existem no Brasil, mas interessante por poder vivenciar a vida do cidadão americano médio, sem aquele negócio de local voltado ao turista. Detalhe que observei por aqui e que achei que não seria normal, ou pelo menos não deveria ser, eles estão realmente ligados na Copa do Mundo e no futebol (que eles insistem em chamar de soccer, dizendo que futebol é aquele esporte em que um monte de caras correm com a bola.....na mão - mas então não deveria ser handball????? ou qualquer outro nome, menos futebol, ou no original, football - bola com os pés, sei lá, quem é que vai entender esses americanos). Mas o fato é que eles estão ligados. Hoje até encontrei com um senhor no estacionamento do hotel que me perguntou se eu havia assistido o jogo de hoje e sabia o resultado, pois ele só pode assistir até um determinado momento e queria saber quem havia classificado-se. Na pizzaria onde almoçamos estava passando o jogo da Holanda e Uruguai e em outras situações vimos muita gente parada em locais onde estavam passando os jogos e torcendo por alguma das seleções que ainda estavam na disputa. E não eram apenas hispânicos.

O dia hoje estava absurdamente quente, o sol estava de rachar (tanto que as Anas, embora nós tivessemos trazido protetor solar - que elas não usaram - tomaram uma tostada nos braços) e os lugares eram relativamente distantes para visitar. O problema é que de carro, em virtude das ruas relativamente estreitas e movimentadas do centro da cidade, não era viável, assim, o negócio foi caminhar mesmo. As meninas acabaram o dia em frangalhos, pois já havíamos andado um monte pela manhão também, aliado ao calor e o sol forte, foi de arrebentar qualquer um.

A cidade é bastante bonita, conseguiu unir bem o antigo com o moderno, mas, não sei se pelo calor excessivo, pela distância de caminhada entre os pontos que queríamos ver ou se pela comparação com as duas cidades anteriores, Charleston deixou um pouquinho a desejar. Sou sincero, juro que esperava mais. Não que foi ruim ou que não vale a pena. Mas depois de St Augustine e Savannah é difícil fazer comparações. De qualquer forma, valeu muito pela hospitalidade do povo que tivemos contato e pela beleza das construções, dos vários piers que existem na cidade e pelo sempre agradável ambiente de uma cidade onde há a união de rio e mar.


Típica pizzaria americana, onde almoçamos hoje em Charleston

As Anas em frente ao Waterfront Park, de frente para o lado rio Cooper, em Charleston

Quilômetros de áreas arborizadas e gramadas às margens do Cooper, local de descanso e lazer das famílias de Charleston

No pier do Waterfront Park às margens do Cooper, Charleston-SC

Ana Carolina com a St John, the Baptist Church ao fundo - Charleston-SC


Amanhã saímos cedo para mais uma perna da viagem. Desta vez vamos para Raleigh, capital da Carolina do Norte, meio caminho até Washington, um dos objetivos principais da viagem. A ideia seria ir de Charleston a Washington, no entanto, pela distância, quase 600 milhas, resolvemos fazer uma perna mais curta (278 milhas) até Raleigh, conhecer mais uma cidade, embora não seja uma cidade que tenha qualquer apelo turístico, e depois completamos o restante da viagem no dia seguinte, chegando metade do dia para aproveitar ainda em Washington. Pois, de outra forma, chegaríamos com a noite caindo, o que não é bom quando se trata de uma cidade grande e desconhecida. Mas isso assunto para outra hora. Até o próximo post.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

3° Trecho - De Savannah a Charleston

No sexto dia de nossa viagem, considerando desde a saída do Brasil, pretendemos sair de Savannah logo após tomar o café da manhã e seguir para Charleston. A viagem será de 105 milhas (aproximadamente 169 quilômetros) e deverá ser feita em 2h30min. Na região de Savannah o preço do combustível é, em média, de U$ 2,75 por galão. Assim, devemos gastar em torno de U$ 12,11 no trecho, apenas em combustível, já que não há pedágios até Charleston. Este trecho da viagem será feito pela US 170, Interstate 95 e pela US 17, também conhecida como Savannah Highway.
Charleston foi a primeira capital do estado da Carolina do Sul e fica localizada na ponta de uma península entre os rios Cooper e Ashley. O nome da cidade foi dado em homenagem ao Rei Carlos II da Inglaterra.


Charleston

Encantadora e muito quente, Charleston, a mais bem preservada das cidades coloniais dos Estados Unidos, foi fundada em 1670 e precisou de pouco mais de um século para se tornar uma das cidades mais ricas da América colonial. Apesar de reduzida a pouco mais do que escombros pelos britânicos durante a revolução, um século mais tarde se firmou como símbolo da resistência sulista quando os primeiros tiros da guerra civil foram disparados no Forte Sumter, que guarda o porto de Charleston.

Forte Sumter

O Museu de Charleston é o museu mais antigo dos Estados Unidos, tendo sido fundado em 1773, e uma visita às suas instalações é um curso intensivo sobre o legado da cidade e, obviamente, nós já planejamos uma visita lá. O valor da entrada é de U$ 10 por pessoa, inclusive para a Ana Carolina.

Museu de Charleston, na Meeting Street, 360

Outra visita importante que faremos na cidade, por motivos óbvios, é ao Charleston Fire Department e que fica a poucas quadras do museu.

Charleston Fire Department, na Meeting Street 262

Em Charleston vamos ficar no Holiday Inn Riverview, que fica às margens do Ashley River, na cabeceira da Ashley River Bridge, que leva ao Distrito Histórico da cidade.

Holiday Inn Riverview

Ashley River Bridge

Charleston - calçadão à beira do rio e suas barreiras de proteção

Fonte em Waterfront Park - vista a partir do Pier do Cooper River

Nossa intenção é de fazer passeios a pé pela cidade para conhecê-la e à noite procurar um lugar típico para jantar, sem ser um ponto turístico, o que nos parece ser a melhor forma de realmente ter contato com a cultura local. No dia 7 de julho pela manhã partimos para Raleigh, capital da Carolina do Norte, mas essa fica para o próximo post.